Querido, estás morto

Querido, estás morto (JDM-C) - CapaTítulo: Querido, estás morto
Número de palavras: 4000 (=~)
Formato: e-book
Género(s): conto, humor negro, nonsense

Henrique Viegas é um homem de hábitos. A sua rotina diária é tão estável que nada consegue perturbá-la. Um dia, durante o regresso a casa, Henrique é atropelado por um autocarro e morre, só que para ele é como se nada fosse – o que importa é chegar a horas do jantar. Em casa, a sua mulher faz os possíveis para manter os filhos calmos e a situação controlada, até que chega o momento em que ela é obrigada a dizer-lhe a verdade. 

Comentário do autor:  Creio que todos nós temos uma tendência natural para a teimosia – em alguns será mais elevada, noutros nem tanto. No meu caso essa tendência manifesta-se sobretudo na forma de ideias para histórias. O que eu tentei fazer aqui foi pegar naquilo que é mais derradeiro – a morte – e aplicar na pessoa mais imune à mudança que pode haver. Esta foi a ideia base da história e, acreditem ou não, comecei por tentar escrever isto num tom sério. Infelizmente, havia dois grandes obstáculos a impedir-me de concretizar esse objectivo. Em primeiro lugar, o título (que, sim, podia mudar, mas só o trabalho que isso ia dar…), e em segundo, a própria ideia. Mesmo que o título tivesse sido LAMENTO SOBRE A VIDA ou QUE PENA, AINDA NÃO MORRI (este, se calhar não), seria difícil escrever sobre alguém que depois de morto quer que tudo continue na mesma sem recorrer a situações humorísticas. Uma coisa tão simples como lavar as mãos ganha todo um novo significado quando o nosso corpo está em decomposição. (Isto já para não falar nos deveres conjugais.)

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